Flagra!

O site ‘AutoEsporte’ flagrou a posivél montana!

É na calada da noite que a Chevrolet do Brasil coloca para rodar em fase final de testes um de seus próximos lançamentos: a picape do Agile, que vem para substituir a Montana. O modelo foi flagrado pela nossa reportagem próximo à fábrica da montadora em São Caetano do Sul (SP). A picape roda apenas com adesivos no para-choque dianteiro, lanternas e logotipos, que escondem suas principais novidades.

A caçamba lembra e muito a da Montana, porém, mais encorpada, para acompanhar a dianteira do Agile, maior que a do Corsa. Sob o capô, o modelo roda com motor 1.4, que será o único disponível no início. A chegada do modelo no mercado brasileiro acontece antes do Salão do Automóvel, que acontece em outubro. Mais informações sobre a nova picape e a projeção de como ela ficará, você encontra na Autoesporte de julho, à venda nas bancas a partir do próximo dia 25.

Anúncios

Detalhes do CrossPolo Europeu

VW revela mais detalhes do CrossPolo Modelo aventureiro chega com três opções de motor a diesel e mais três a gasolina



Depois da apresentação da nova geração do Volkswagen Polo, em 2009, a marca de Wolfsburgo completou a gama do modelo compacto com o CrossPolo. O seu aspecto “ aventureiro ” é confirmado por uma altura do solo 15 mm maior que a geração anterior. A linha de motores é composta por três unidades movidas a gasolina e três a turbodiesel common-rail.

As opções a gasolina são 1.2 de 70 cv, 1.4 de 85 cv e o novo 1.2 TSI de 105 cv. Com este motor, o CrossPolo cumpre a marca de zero a 100 km/h em 9,9 segundos e atinge os 188 km/h de velocidade máxima, com um consumo combinado de 18 km/l e emissões de 128 g/km de CO2.

As opções a diesel são compostas pelo motor turbocomprimido de injeção direta common-rail de 1,6 litro, disponível em três diferentes potências: 75 cv, 90 cv e 105 cv.  A média de consumo dos três é de 23 km/l, e a emissões ficam em 113 g/km de CO2.

Novo Fiat Bravo é apresentado na Europa

Novo Bravo é apresentado na Europa

Hacth médio com motor MultiAir deve chegar ao Brasil em 2011

 Divulgação

A Fiat mostrou na Europa a versão do Bravo com motor Multiair. O propulsor tem controle eletrônico de fluxo de ar e do tempo de abertura das válvulas que, segundo a montadora, melhoram o consumo e o desempenho em 10%. A potência fica em 140 cv e junto com o câmbio manual de seis marchas levam o modelo a 100 km/h em 8,9 segundos e chegando à maxima de 204 km/h. O Bravo MultiAir tem motor 1.4 com turbo e ainda conta com o sistema Star/Stop de série. No Brasil, o modelo deve chegar ao mercado no ano que vem.

  Divulgação

Novo CrossFox

Nova versão do aventureiro da VW se despediu da redação. Durante os 40 dias em nossa convivência, o compacto fez sucesso: dos mais de 20 motoristas que o dirigiram, a maioria voltou fazendo elogios. Ele foi embora com quase 7.900 km (chegou com 4.500 km).

Em relação ao modelo anterior, o visual ficou mais bacana. E a cor laranja Atacama foi alvo de comentários de todos, para o bem e para o mal. A frente com faróis de Polo europeu deu um ar mais sofisticado ao CrossFox, e o mesmo aconteceu na cabine. O painel mistura plásticos agradáveis ao toque (lembra de novo o Polo europeu) e, finalmente, ganhou um quadro de instrumentos decente. Também foi a vez de aparecer um porta-luvas de verdade.

crossfox

Problemas, nenhum. Defeitos, alguns. O suporte de estepe que só fecha na pancada é um deles. Houve também quem pedisse um pouco mais de motor na estrada (na cidade o 1.6 8V agradou). Mas o que o povo mais reclamou foi do preço elevado do carrinho, que passa dos R$ 60 mil na versão completa que avaliamos. Ainda não sabemos se isso vai atrapalhar as vendas, pois, segundo as concessionárias da VW, o carro só chega para comercialização agora no começo de março. Vamos esperar para ver se o público vai aceitar pagar o preço da evolução do CrossFox.

Ainda estamos em negociação sobre o próximo avaliado do Quarentena. Avisaremos assim que tivermos a confirmação do modelo. Por enquanto, fique com os números de teste do VW que se despede.

Resultado dos testes (com álcool):

Aceleração 0 a 100 km/h: 12,3 s
Aceleração 0 a 1000 metros: 34,1 s a 150,4 km/h

Velocidade máxima: 175 km/h (dado de fábrica)

Retomadas
40 a 80 km/h (3ª): 7,1 s em 118,9 m
60 a 100 km/h (4ª): 10,2 s em 228,8 m
80 a 120 km/h (5ª): 17,4 s em 484,8 m

Frenagem
100 km/h ? 0: 44,3 m
80 km/h ? 0: 27,4 m
60 km/h ? 0: 15,0 m

Peso: 1.130 kg
Porta-malas: 257 litros (aferido)

Consumo
Cidade: 7,2 km/l
Estrada: 9,8 km/l

__________________________________________________________

AVISO: Matéria feita e exibida pela equipe do revistaautoesporte.globo.com

40 Dias

Uno enfrentou trechos fora de estrada com valentia durante a viagem

Enfim o novo Uno chega para marcar a volta da Quarentena, seção do site que ficou um tempo fora do ar. Mas vai valer a pena ter esperado, porque teremos vários detalhes sobre o carro e as opiniões não apenas do pessoal aqui da redação, mas também de outras pessoas interessadas em falar sobre o lançamento da Fiat. O modelo que chegou na nossa garagem é um Vivace 1.0, sem ar condicionado, mas com direção hidráulica, vidros elétricos, faróis com lentes escurecidas e sistema de som, entre outros itens, como os nada discretos adesivos na carroceria e no painel. Não deve ter sido por acaso que escolheram essa cor amarela, tão chamativa quanto os coletes dos fiscais de trânsito. Dá impressão que brilha até no escuro. Esse será carro que ficará conosco até a metade do mês, quando será trocado por outro Uno, com motor 1.4.

O carrinho já começou sua jornada fazendo uma viagem até o sul de Minas Gerais, rodando mais de 500 quilômetros: ida e volta até a capital paulista, mais um pouco em trecho urbano. Durante esse percurso, fez uma média de 10,2 km/l de etanol, considerando que a maior parte do tempo andei bem carregado, mas de olho no econômetro. Ainda não havia dirigido a novidade da marca italiana até a última quarta-feira (2), quando fiquei com o carro. Logo de cara notei que o motor 1.0 Fire Evo trabalha de maneira mais silenciosa que o do Mille. Uma pisada um pouco mais forte no acelerador e deu para notar que o 1.0 aceita giros mais altos sem reclamar: nada de vibrações incômodas. O câmbio é o mesmo do Palio e mostrou ter relações bem escalonadas, se entendendo bem com o motor.

Durante a viagem, entre uma curva e outra, tirei a dúvida que tinha sobre a estabilidade do carro. A impressão que tive é que ficou melhor que o Palio, com menos inclinação da carroceria, mas ainda com ajuste que privilegia a absorção das irregularidades do piso. Ainda assim, o saldo é positivo, mesmo com os estreitos pneus 165/70R 13 – meu Deus, desde os tempos do meu Monza não dirigia algo com aro 13… Bem, outro ponto que destaco é o desenho do volante de três raios, com boa empunhadura, que também ajuda na boa dirigibilidade do carro. Também gostei da visibilidade, inclusive dos retrovisores. O que não gostei? Pouca coisa. A posição dos botões dos vidros das portas no painel, os minúsculos botões na chave (até o frentista disparou o alarme sem querer quando abriu a tampa do tanque com ela) e uma falta de força nas subidas, mesmo considerando que o carro tem motor 1.0.

Quase todo o tempo, o carro foi alvo de curiosos, que chegaram até a tirar algumas fotos

__________________________________________________________

AVISO: Matéria feita e exibida pela equipe do revistaautoesporte.globo.com

Acabamento do Novo Uno melhorou.

Vejo que o acabamento é uma grande dúvida do pessoal que acompanha a Quarentena. Serei o primeiro a falar sobre, já que sou proprietário de um Uno 2008 e conheço bem a “caixinha” de ambas as gerações. É inegável a mudança de um carro para o outro, tanto em termos de design, como acabamento. O primeiro dispensa apresentações, enquanto o plástico utilizado no novo Uno parece ser de qualidade superior. Ele tem uma textura diferente das demais, o que não parece ser algo caro, mas bem agradável.

Na lateral de porta, existe apenas uma peça que cobre tudo, esta sugere maior fragilidade. Mas tudo bem, é uma evolução e tanta se comparada ao antecessor, pois não deixa nenhuma parte da carroceria aparente. Ainda no painel, os acabamentos personalizados podem ser uma boa para quem gosta de chamar a atenção – se bem que a carroceria verde limão, assume 99% dessa responsabilidade.

Porém, em uma versão que avaliei durante o lançamento do carro, o adesivo da manopla da alavanca de câmbio se desgrudou em minutos. Curiosamente, nesse carro não há este item. E vocês, o que pensam sobre esta customização? Quanto aos bancos, a evolução também é grande, está mais confortável e abraça o condutor. Já o meu deixa eu ficar mais próximo da porta em curvas mais acentuadas.

A grande diferença, porém, está no desempenho do carro. Toda vez que deixo meu Uno Mille para pegar o novo Uno, sinto uma queda considerável no desempenho. Comparando as fichas, isso não faz tanto sentido quanto ao volante. A potência do meu carro com álcool é de 66 cv, enquanto o novo Uno tem 75 cv e é 60 kg mais pesado — 890 kg contra 830 kg do antecessor. E que falta faz um conta-giros, em ambas as gerações

__________________________________________________________

AVISO: Matéria feita e exibida pela equipe do revistaautoesporte.globo.com

Palio x Uno

Há quem diga que o Novo Uno é “o Soul do povo”, em referência ao charmoso modelo da Kia. De fato, há semelhanças, especialmente na parte traseira dos veículos, de linhas retas. O painel também remete a outro produto: o 500, também da Fiat, com a elegante moldura de metal ao redor do velocímetro. Traduzindo em miúdos – e em linguajar popular – posso dizer que o Novo Uno é “um carro pop que se passa por caranga fina”.

Gostei do campo de visão, amplo. Os retrovisores também impressionam: são grandes, o que é ótimo para quem dirige em uma cidade movimentada como São Paulo, já que tudo o que acontece no entorno pode ser acompanhado com mais facilidade, está tudo mais visível. A posição para o motorista também é boa. Confesso que não gosto dos botões do vidro elétrico no painel, acredito que na porta o acionamento é mais confortável – e rápido.

O novo modelo da Fiat tem uma saída esperta – bem mais esperta do que o do meu Palio EX 1.0. Mas, quando o veículo adquire uma certa velocidade, achei o desempenho bem parecido com o do Palio com o qual estou acostumada. Já o freio, senti que é menos sensível que o do meu carro. O câmbio é ok, fiquei no anda-e-para do trânsito e não me deu canseira. Quanto aos detalhes, gostei do porta-copos (duplo), do rádio e da moldura que o acompanha (ao menos nesta versão que dirigi). As portas, apesar de serem de plástico, levam uma textura, o que dá um acabamento mais bonito ao material.

No mais, foi divertido dirigi-lo nas ruas. Motoqueiros viraram o pescoço, pessoas se debruçaram nas janelas dos carros e outras cochicharam nos pontos de ônibus sobre o novo carrinho. Tá certo que o fato de ele ser amarelo-florescente (sim, põe a cor dos veículos da CET de SP no chinelo) ajudou a chamar a atenção. Mas, moderninho como é, sinceramente, acho que se fosse preto também atrairia esses olhares curiosos.

Enfim, gostei muito. Com design interessante e preço módico, com certeza tem chances de ser meu próximo carro.

____________________________________________________________________

AVISO: Matéria feita e exibida pela equipe do revistaautoesporte.globo.com

  • Digite seu E-Mail aqui:

    Junte-se a 2 outros seguidores

  • Calendário

    junho 2010
    D S T Q Q S S
    « maio    
     12345
    6789101112
    13141516171819
    20212223242526
    27282930