40 Dias

Uno enfrentou trechos fora de estrada com valentia durante a viagem

Enfim o novo Uno chega para marcar a volta da Quarentena, seção do site que ficou um tempo fora do ar. Mas vai valer a pena ter esperado, porque teremos vários detalhes sobre o carro e as opiniões não apenas do pessoal aqui da redação, mas também de outras pessoas interessadas em falar sobre o lançamento da Fiat. O modelo que chegou na nossa garagem é um Vivace 1.0, sem ar condicionado, mas com direção hidráulica, vidros elétricos, faróis com lentes escurecidas e sistema de som, entre outros itens, como os nada discretos adesivos na carroceria e no painel. Não deve ter sido por acaso que escolheram essa cor amarela, tão chamativa quanto os coletes dos fiscais de trânsito. Dá impressão que brilha até no escuro. Esse será carro que ficará conosco até a metade do mês, quando será trocado por outro Uno, com motor 1.4.

O carrinho já começou sua jornada fazendo uma viagem até o sul de Minas Gerais, rodando mais de 500 quilômetros: ida e volta até a capital paulista, mais um pouco em trecho urbano. Durante esse percurso, fez uma média de 10,2 km/l de etanol, considerando que a maior parte do tempo andei bem carregado, mas de olho no econômetro. Ainda não havia dirigido a novidade da marca italiana até a última quarta-feira (2), quando fiquei com o carro. Logo de cara notei que o motor 1.0 Fire Evo trabalha de maneira mais silenciosa que o do Mille. Uma pisada um pouco mais forte no acelerador e deu para notar que o 1.0 aceita giros mais altos sem reclamar: nada de vibrações incômodas. O câmbio é o mesmo do Palio e mostrou ter relações bem escalonadas, se entendendo bem com o motor.

Durante a viagem, entre uma curva e outra, tirei a dúvida que tinha sobre a estabilidade do carro. A impressão que tive é que ficou melhor que o Palio, com menos inclinação da carroceria, mas ainda com ajuste que privilegia a absorção das irregularidades do piso. Ainda assim, o saldo é positivo, mesmo com os estreitos pneus 165/70R 13 – meu Deus, desde os tempos do meu Monza não dirigia algo com aro 13… Bem, outro ponto que destaco é o desenho do volante de três raios, com boa empunhadura, que também ajuda na boa dirigibilidade do carro. Também gostei da visibilidade, inclusive dos retrovisores. O que não gostei? Pouca coisa. A posição dos botões dos vidros das portas no painel, os minúsculos botões na chave (até o frentista disparou o alarme sem querer quando abriu a tampa do tanque com ela) e uma falta de força nas subidas, mesmo considerando que o carro tem motor 1.0.

Quase todo o tempo, o carro foi alvo de curiosos, que chegaram até a tirar algumas fotos

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AVISO: Matéria feita e exibida pela equipe do revistaautoesporte.globo.com

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